
Estou plenamente convencido de que, em 25 de outubro, logo no comecinho da noite, comemoraremos o resultado do segundo turno das eleições presidenciais, derrotando esse grotesco fascismo que tenta amedrontar o Brasil.
Por continuarmos o que cada um de nós já está fazendo, que é convencer uma pessoa próxima a votar no candidato que criou tanto programas de apoio à maioria dos brasileiros (como o Bolsa Família) quanto políticas de desenvolvimento do grande capital (como os PACs, os Programas de Aceleração do Crescimento), sei que é certo nosso sucesso no próximo pleito.
Minha convicção vem também do fato de que, depois de tanto tempo coexistindo com Facebook, Instagram, WhatsApp e outras, já compreendemos como usar as redes sociais a nosso favor. Hoje, sabemos que não se deve comentar ou reagir às mentiras postadas pela extrema direita, pois isso impulsiona o tal do algoritmo (o espírito malévolo surgido dos dias atuais) a fazer circular ainda mais a nefasta postagem. Sabemos que devemos repostar, comentar e curtir (verbo cujo leque de significados agora incorpora o acionar o ícone digital, quase sempre um polegar erguido ou um coraçãozinho aberto, que aparece no rodapé dos aplicativos em geral) as publicações que defendem o real desenvolvimento democrático do país.
Seria até ingênuo pensar que o bolsonarismo e demais espectros da extrema direita não têm força de atuação e poder de convencimento, que não têm capacidade também de mobilizar massas de pessoas.
Tem sim. Advinda não apenas do enorme volume de investimentos de reais e dólares em suas campanhas, sites, ONGs e instituições de fachada, contudo impelidos ainda por desinformações e preconceitos.
Diante desta realidade, tenho inteira confiança de que inclusive prosseguimos na paciente conversação real com pessoas próximas (família, trabalho, estudo, lazer) para melhor esclarecê-las de nossos princípios e demovê-las de crenças e sentimentos infundados. É bem verdade que o esdrúxulo de algumas afirmações (ou provocações) proferidas por quem votou, no primeiro turno, contra um país soberano pode tirar qualquer pessoa do sério… Todavia, devemos estar conscientes de que reagir com irritação não é a opção. Nessas situações, que comigo não são poucas, costumo replicar perguntando sobre a origem ou a fonte na qual a pessoa oponente se baseia, emendando um questionamento sobre o que ela acha dos efeitos de algumas das políticas já encaminhadas ou algumas das novas propostas do nosso candidato, o Presidente Luís Inácio Lula da Silva.
Por exemplo, o que a pessoa acha dos efeitos do aumento real do salário-mínimo ou da criação de uma “Petrobrás” para as terras raras. Pois creio que, assim, levamos a conversa para o plano do factível, da vida concreta, escapando do infindável labirinto armado pelas fantasiosas fake news.
Domingo passado, diante das centenas de milhares de pessoas que saíram às ruas, de norte a sul do Brasil, demos uma mostra da segurança que temos na aprovação de nosso trabalho de conscientização a favor de uma nação socialmente justa e politicamente democrática.
Assim, por conta do tão atacado sistema de urnas eletrônicas, ultrajado pelos neofascistas exatamente por ser diligente e transparentemente democrático, estaremos, no comecinho do entardecer de uma forte disputa eleitoral, comemorando mais uma aurora da soberania popular.