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Esse didatismo (…) também é sua marca nas colunas (do Léo), onde desmonta as surradas – e superbregas – teorias da conspiração que tanto marcam a classe política brasileira e os setores fanáticos religiosos do Brasil (jornalista Ariel Palacios)
Você encontra esse livro na Livraria Santos (Casa Prado e Pontal) e na Livraria Londres em Porto Alegre. E também na Amazon:
Cerca de 75% das pessoas diagnosticadas com Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN) são homens. E como eles agem?
Por mais que fosse um vira-lata esperto, ele era incapaz de qualquer reação beligerante. Mas era ver a vizinha, que ele rosnava
Aparentemente, o bolsonarismo, trauma coletivo de uma nação, vai nos perseguir de modo recorrente, congelando o tempo a cada quatro anos
A dor que sinto hoje é diferente daquela de 2018, quando a polarização começou a dividir o país de maneira ainda mais explícita entre nós e eles
O voto é a linguagem da nossa presença no mundo.
Não precisamos “olhar para cima” para vislumbrar um desastre iminente
Os novos donos do mundo se contentam com sacudir o pau sem precisar falar macio
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Todas as revoluções são impossíveis até que sejam inevitáveis
Não escolhemos os genes que recebemos, mas podemos questionar as ideias que herdamos. O que deixaremos de nós quando partirmos?
Teu amigo estava vivo como tantas coisas aos dezessete, e por sorte a definição da fita não era capaz de captar a confiança que pugnavas por ocultar em teu riso charlatão
Estar presente onde estamos é uma dedicação cada vez mais rara. A exigência e a possibilidade distraem *Por André Furtado
O medo de termos desejos homossexuais - em homens e mulheres - pode provocar o pânico de estarmos perdendo a masculinidade ou a feminilidade
Volto a um texto que escrevi em dezembro de 1990
No nosso curralzinho psicanalítico as coisas também andam bastante quentes
Quem cabe no “povo”? Que você encontre, no povo que vota e que é eleito, a nossa cara e a nossa presença no poder *Por Alyne Jobim
Estou convencido de que, em 25 de outubro, vamos derrotar esse grotesco fascismo que tenta amedrontar o Brasil
Não escolhemos os genes que recebemos, mas podemos questionar as ideias que herdamos. O que deixaremos de nós quando partirmos?
Os novos donos do mundo se contentam com sacudir o pau sem precisar falar macio
Teu amigo estava vivo como tantas coisas aos dezessete, e por sorte a definição da fita não era capaz de captar a confiança que pugnavas por ocultar em teu riso charlatão
Estar presente onde estamos é uma dedicação cada vez mais rara. A exigência e a possibilidade distraem *Por André Furtado
O voto é a linguagem da nossa presença no mundo.
Não precisamos “olhar para cima” para vislumbrar um desastre iminente
Todas as revoluções são impossíveis até que sejam inevitáveis
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Esse didatismo (…) também é sua marca nas colunas (do Léo), onde desmonta as surradas – e superbregas – teorias da conspiração que tanto marcam a classe política brasileira e os setores fanáticos religiosos do Brasil (jornalista Ariel Palacios)
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O medo de termos desejos homossexuais - em homens e mulheres - pode provocar o pânico de estarmos perdendo a masculinidade ou a feminilidade
Volto a um texto que escrevi em dezembro de 1990
No nosso curralzinho psicanalítico as coisas também andam bastante quentes
Quem cabe no “povo”? Que você encontre, no povo que vota e que é eleito, a nossa cara e a nossa presença no poder *Por Alyne Jobim
Estou convencido de que, em 25 de outubro, vamos derrotar esse grotesco fascismo que tenta amedrontar o Brasil
No momento exato em que escrevo este texto, escuto a canção de Jacques Brel, intitulada La Chanson des vieux amants. O ambiente é inundado inicialmente pelos acordes iniciais de um…
Para corrigir uma injustiça, Supremo Tribunal Federal unifica critérios para a concessão de licença-maternidade
Fui embora do Brasil enquanto Bolsonaro governava, sem olhar para trás, horrorizada com as atrocidades realizadas em seu mandato. Não dá pra esquecer.
Ver o sol nascer no Cerrado, as belas paisagens e o desafio do percurso faziam com que levantássemos todas as madrugadas cheias de entusiasmo
Conversador da boa conversa, articulado, apesar da pressa, não demorou muito para abrir o papo. E a política, o que o senhor está achando?
Me interessa entender como alguém que trabalhou tanto e sonha com independência pode olhar para o Lula e enxergar um símbolo de tudo o que considera errado no Brasil
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