O jornalista Léo Gerchmann trabalhou em redações como Zero Hora (13 anos) e Folha de S. Paulo (11 anos). Foi correspondente da Folha em Buenos Aires (1997/98). Em 1998, fez pioneira cobertura online do Mundial da França, com a então inovadora transmissão de textos em tempo real, entre outras. Escreveu oito livros com atenção à diversidade no futebol, tais como "Coligay, Tricolor e de todas as cores", "Somos azuis, pretos e brancos" e “A Fonte”. É autor de uma trilogia judaica com os livros “A Cronologia do Alef Bet”, “Uma Estrela no Pampa” e “A Parteira do Bom Fim”.