
Gosto muito dos enredos de ação e drama. Nesses últimos dias, de férias, assisti a vários muito eletrizantes. Não tendo formação para tecer críticas profundas, nem tendo atuado na área, a não ser nas brincadeiras da escola ou da turma da rua, nunca apresentei meus talentos em público. Daí, sendo um humilde aficionado, registro que me encantam tanto aqueles mais elaborados, com personagens complexos e desfecho incerto, quanto aqueles mais previsíveis, com lances óbvios a todo momento.
O contexto no qual se passam as tensões e embates é, para mim, um ponto forte: ambientes sofisticados arquitetados em edificações imponentes ou em construções quase rurais em áreas que intercalam mato e terra. Os acontecimentos se desenrolando nas últimas chances para que tudo dê certo, ou pior: no momento em que tudo está para se acabar!
Os personagens são um atrativo à parte. Os grandes protagonistas com habilidades fantásticas, escapam de cercos, dão a volta nos adversários e desfecham com pontarias precisas. Os oponentes também têm poderes incomuns e também atingem as defesas de nossos heróis com fortes petardos. De ambas as partes, os feitos são desempenhados por grandes artistas que, na vida privada, alguns dos superstars se envolvem em luxo e escândalos amorosos.
Acompanhando esses embates, seja da minha poltrona ou nos grandes espaços de exibição; cada vez mais me convenço de que não é o cinema, a maior diversão; a maior diversão é uma partida de futebol.